(Para informação em português, cf. O BLOGUE DO MLAG em mlagflup.wordpress.com)


MLAG was founded by  Prof. Sofia Miguens in 2005, buiding on the work on analytic philosophy done in GFMC since 1997.

 

The main goal of MLAG is to do research on the nature of mind, the nature of language and the nature of action. The group works mostly in contemporary philosophy and in the analytic tradition. Yet, the issues central to our research programme make us seek (i) a cognitive science framework, (ii) a general framework of history of 20th century philosophy, reaching to other traditions in contemporary philosophy (phenomenology, especially).

 

MLAG is currently organized in four structuring domains: Mind and Language (ML), led by Sofia Miguens, Action Agency and Rationality (AAR), led by Carlos Mauro, Logic and Philosophy (LP) led by João Alberto Pinto and Contemporary Philosophy: history and systems of thought (CPHST), led by Paulo Tunhas. MLAG's principal consultant is Prof. Charles Travis (King's College - London). MLAG has an especially close collaboration with the research group Episteme (University of Santiago de Compostela - Department of LOgic and Moral Philosophy).

(For some recent publications, namely Miguens & Mauro 2006, Perspectives on Rationaity and Miguens 2008, Será que a minha mente está dentro da minha cabeça?, see Members: Sofia Miguens: Books and Edited Books)


Mente e Linguagem: Sofia Miguens

MA and PhD supervised by Fernando Gil (École des Hautes Études en Sciences Sociales - Paris and New University of Lisbon).

O tema unificador do seu percurso é a natureza do mental, cobrindo desde questões cognitivas sub-pessoais (vertente iniciada com o trabalho de mestrado, dedicado à linguística chomskyana) até questões relativas à consciência, qualia, tipos de apercebimento e tipos de mentes, natureza do eu e da identidade pessoal, relações pensar-sentir, relações mente-linguagem, relações conceptual-não conceptual.
Quer na tese de mestrado (As Ciências Cognitivas e a Naturalização do Simbólico, Lisboa, FCSH/UNL, 1995) quer na tese de doutoramento (Uma Teoria Fisicalista do Conteúdo e da Consciência, Porto, 2002 ), trabalhou questões do domínio da filosofia analítica e da ciência cognitiva em articulação com autores não analíticos, especificamente Kant e Husserl. Na tese de mestrado, dedicada à concepção do mental subjacente a teorias linguísticas concorrentes, Husserl foi a referência para a explicitação da teoria do mental subjacente à linguística cognitiva, em contraponto com J. Fodor, a referência para a explicitação dos pressupostos da teoria da mente de N. Chomsky. Na tese de doutoramento a ideia kantiana de uma ligação entre auto-consciência e consciência de objectos foi utilizada para propôr uma interpretação da Teoria dos Sistemas Intencionais de D. Dennett, principal objecto de análise no trabalho, e para avançar uma proposta geral anti-representacionista em filosofia da ciência cognitiva (uma versão resumida encontra-se no artigo D. Dennett’s brand of anti-representationalism – a key to philosophical issues in cognitive science, G. Preyer (ed.), Concepts, Compositionality, Representations – New Problems in Cognitive Science, Protosociology 22, 2006). Desde o início do seu percurso tem dedicado uma especial atenção à história da filosofia contemporânea com particular incidência na herança de Quine e de Wittgenstein na filosofia da mente, da linguagem e do pensamento. Mais recentemente trabalhou sobre autores pós-quineanos e pós-wittgensteinianos tais como D. Dennett, D. Davidson e J. McDowell em torno de temas como a racionalidade, a subjectividade, a intersubjectividade e a objectividade (cf. Racionalidade (Porto, Campo das Letras, 2004) e Será que a minha mente está dentro da minha cabeça? (Porto, Campo das Letras, 2008)).
O seu trabalho actual sobre questões de filosofia da percepção e da linguagem resulta de uma convergência entre o percurso em filosofia da mente, continuado pela filosofia da linguagem, e o interesse pela história da filosofia contemporânea nas suas duas grandes tradições, analítica e fenomenológica (cf. por exemplo Trois perspectives sur la distinction apparence-realité dans l’expérience consciente, La Philosophie au Portugal aujourd’hui (M. F. Molder org), número especial da revista Rue Descartes, no prelo). É ainda autora de um manual de filosofia da linguagem (Filosofia da Linguagem – uma introdução, Porto, CAP-FLUP, 2007).
É docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto desde 1996, onde é actualmente Professora Associada com Agregação e Directora do Departamento de Filosofia. Tem ensinado epistemologia (filosofia do conhecimento), filosofia da linguagem e filosofia da mente. Tem ainda colaborado no curso de doutoramento da Universidade de Santiago de Compostela (USC) desde 2005, nas áreas da filosofia da mente e epistemologia contemporânea. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Filosofia Analítica. Foi Presidente da Sociedade Portuguesa de Filosofia (2004-2006).

Acção, Agência e Racionalidade: Carlos Mauro

Carlos Mauro tem uma licenciatura em Economia e um mestrado em Gestão Pública e Governo. Foi professor universitário em São Paulo (FAAP) durante 5 anos, tendo orientado muitos trabalhos de estudantes. O seu interesse pelas questões da racionalidade (e irracionalidade) conduziu-o da economia à filosofia. Como investigador passou pelo Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial e pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo trabalhando sobre Economia e Educação, no primeiro caso, e sobre Gestão Pública no segundo. O seu trabalho de doutoramento é dedicado à explicitação dos fundamentos filosóficos da teoria da decisão racional, teoria omnipresente nos modelos económicos, e plena de pressupostos filosóficos, nomeadamente no que respeita à teoria da acção. No seu interesse pela Filosofia e pela Economia foi influenciado por figuras como por exemplo Amartya Sen, Jon Elster e John Broome, entre outros. Ele representa a vocação económica-política das investigações do MLAG, investigações concebidas como partindo da filosofia da acção e da filosofia moral de orientação analítica.
Está actualmente à frente do maior projecto do MLAG na área da filosofia da acção, o projecto Conversations on Human Action and Practical Rationality, financiado parcialmente pela FLAD (Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento), que nos pôs em relação com universidades e nomes como John Broome (Oxford), Michael Smith (Princeton), Alfred Mele (Florida), Daniel Hausman (Wisconsin-Madison) ou Joshua Knobe (Yale), entre outros, e do qual resultarão várias publicações em Portugal e no estrangeiro.
No Brasil (FAAP) ensinou Metodologia Científica, Sociologia, Introdução às Ciências Sociais, História do Pensamento Económico e Introdução à Filosofia. Na FLUP leccionará em 2009 acções de formação nas áreas da Filosofia da Acção e Filosofia da Economia. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Filosofia Analítica.
As áreas nas quais estará envolvido nos próximos cinco anos são a filosofia da acção (agência, acção e racionalidade), a filosofia da economia (aplicações da teoria da acção em modelos de política de governo) e a filosofia experimental (área liderada por Joshua Knobe e Steven Stich).

Lógica e Filosofia: João Alberto Pinto

João Alberto Pinto é, antes de mais, professor de Lógica na FLUP. O seu ensino (desde 1998) e o seu trabalho são essenciais à definição do perfil teórico do MLAG, uma vez que a Lógica é a disciplina de entrada em investigações filosóficas de orientação analítica. Os diversos programas dos seus cursos de Lógica estiveram online, assim como os programas de epistemologia, filosofia da linguagem e filosofia da mente de Sofia Miguens, exactamente como exemplo do background básico exigível aos colaboradores do MLAG. Os seus interesses não se limitam no entanto ao ensino introdutório da Lógica. Na sua tese de mestrado (Materialismo, Superveniência e Experiência, 1999) trabalhou em filosofia da mente e em aspectos dessa área temática que mais directamente se relacionam com alguns tópicos da metafísica contemporânea (de base lógica) e da filosofia da ciência (de orientação cognitivista). O resultado deste trabalho encontra-se actualmente publicado em livro: Superveniência, Materialismo e Experiência - Uma Perspectiva Sobre o Problema da Consciência em Filosofia da Mente (Porto, Campo das Letras, 2007). A partir desse momento, os seus interesses centraram-se quase totalmente no âmbito da Lógica. Neste contexto, concluiu os seus estudos de doutoramento – sob supervisão de João Branquinho – com uma dissertação sobre história e filosofia da lógica: George Boole e as origens da lógica moderna, 2008. Embora ainda não publicada, esta investigação envolveu alguns dos aspectos mais interessantes, mas também mais problemáticos, da perspectiva dominante na lógica moderna, em particular daquela que remonta mais directamente a G. Frege e que foi assumida pela filosofia analítica que nele encontrou a sua inspiração básica. O contraste entre essa perspectiva e uma outra forma de encarar a lógica que estava presente no trabalho de G. Boole tem sido objecto do seu interesse e publicações (cf. o artigo “Boole e Frege: matematização da lógica vs. logificação” ). O trabalho que desenvolveu em conjunto com a Biblioteca da FLUP permitiu a aquisição de referências bibliográficas fundamentais na área da Lógica. Foram adquiridas cerca de duzentas e cinquenta obras essenciais para compreender a constituição e os avanços que a Lógica sofreu ao longo do século XX. Assim, os colaboradores do MLAG, podem hoje contar com um acesso facilitado a todo este material (cf. “Lógica: uma bibliografia geral (FLUP, 1999)”, publicado em 2001).
É membro da actual direcção (2006-2008; Fernando Ferreira, Presidente) da Sociedade Portuguesa de Filosofia Analítica (SPFA). É membro do Gabinete de Filosofia Moderna e Contemporânea (GFMC) da FLUP desde 1997, onde acumulou experiência na planificação e organização institucional de projectos de investigação. Além da Lógica tem leccionado na FLUP na área da História e Filosofia da Ciência (nomeadamente da história e filosofia da Lógica), na área da História da Filosofia Moderna do século XVIII, Filosofia da Linguagem e Filosofia da Mente (2º ciclo).

Filosofia contemporânea – história e sistemas de pensamento: Paulo Tunhas

Paulo Tunhas

Estudos de filosofia no Porto, em Cambridge e em Paris. Tese de doutoramento, apresentada na École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris, sob a direcção de Fernando Gil: Abîmes, passages, limites. Système et pré-système chez Kant (uma tradução portuguesa está em curso). Os seus trabalhos, a partir daí, incidiram sobretudo sobre o modo como as filosofias operam, por diversas maneiras, processos de sistematização cognitiva. Além de vários estudos sobre Kant (“Kant. Le paysage du système”, Cahiers philosophiques, nº 94, Delagrave, Paris, 2003, 9-39; “Intention, bonheur, dissimulation”, in Michèle Cohen-Halimi, edta., La rationalité pratique, PUF, Paris, 2003, 173-232, entre outros), levou a cabo tentativas de compreender a ideia de sistema a partir dos Estóicos (“Sistema e Mundo. Kant e os Estóicos”, in Leonel Ribeiro dos Santos, org., Kant 2004: posterioridade e actualidade, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2007, págs. 129-149), de Hume (“Existência, intuição, presença. A tripartição dos actos de crença no Tratado da natureza humana”, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. 46, 1-4, Porto, 2006, 11-30), de Fichte (“Quando pensar é agir: teoria dos actos de pensamento”, in F. Gil e V. Lopez-Dominguez, edts., Actas do colóquio Fichte: crença, imaginação e temporalidade, Campo das Letras, Porto, 2002, 109-145), de Freud (“Realidade, prazer, conflito. Freud e o problema da representação”, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. 48, 2008, 9-59), e de Wittgenstein (“Entre o enigma e a banalidade. Wittgenstein e a questão: «O que é pensar?»”, Análise, nº 24, Campo das Letras, Porto, 2003, 43-94). Publicou igualmente estudos sobre outros autores, como, por exemplo, Montaigne (“Admiração, caça, ambiguidade. Semelhanças e dissemelhanças em Montaigne”, Cadernos de filosofia, nº 16, Lisboa, 2005, 119-160), Karl-Otto Apel (“Karl-Otto Apel: la philosophie à partir de la limite”, Antropológicas, nº 5, 2001, Porto, 161-206) e Fernando Gil, sobre o qual escreveu, além de vários artigos, um livro (O essencial sobre Fernando Gil, IN/CM, Lisboa, 2007).

Em articulação com a ideia de sistema, desenvolve ainda uma investigação sobre a questão “o que é pensar?”, da qual resultaram vários estudos, entre os quais: “Três maneiras de pensar - I”, Análise, nº 21, Porto, 2000, 113-184; “Três tipos de crença”, in Fernando Gil, Pierre Livet e João Pina Cabral, organizadores, O processo da crença, Gradiva, Lisboa, 2004, 119-134; “Akribeia, maneiras de pensar e objectos de pensamento. O exemplo da descoberta”, in Adelino Cardoso e José M. Justo, org., Sujeito e passividade, Colibri, Lisboa, 2003, 21-60.

Foi Professor Auxiliar na Universidade Fernando Pessoa, Porto, de 1997 a 2008, e Pesquisador Visitante no Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro (IUPERJ), de Abril a Agosto de 2006. É Professor Auxiliar Convidado na Faculdade de Letras da Universidade do Porto desde o segundo semestre do ano lectivo de 2007/2008, onde ensina Filosofia Moderna e Filosofia Contemporânea. É igualmente membro do MLAG desde a criação formal do grupo. Aí se ocupa da história da filosofia moderna e contemporânea.

Esta é a estrutura actual do grupo, em torno da qual a nossa agenda de investigação, nos seus vários projectos, se articula.

Research objectives and main projects

ML main project is "The Bounds of Judgment" (BJ), one of the successor projects of the Rationality Projects of the group (2003-2005, 2005-2008). The main objective of BJ is to understand what it is to be a thinker centering on the notion of judgment. We start from Frege’s conception of judgment, in contrast with thought and assertion. We currently take Project Convergences – 21st century post-analytic and post phenomenological philosophy of thought, mind and language as a part of BJ.

 

"Action Agency and Rationality" (AAR) is also a successor project of the 2003-2008 Rationality Projects. Its main topics are pratical rationality and akrasia. From a more applied point of view, it aims at understanding how positions regarding the nature of action and of akrasia reflect on ethics, political philosophy, and philosophy of economics. Central in AAR are at the moment the "Conversations on Practical Rationality" books (2007-2010 funded by FLAD, coordinated by C. E. Mauro)

LP and CPHST are more recent subgroups of MLAG whose main projects are respectively ‘Logics and Philosophy’ and ‘Systems of thought’.

"Logic and Philosophy" main objective is to reflect on the role of logics in philosophical research bringing recent work on logics and philosophy of logics to bear on that question. The work of the group starts form João Alberto Pinto work on Boolean versus Fregean conceptions of logics.

 

"Contemporary Philoophy: History and Systems of Thought" project arose from Paulo Tunhas’ work on Kant’s view of epistemic, moral and aesthetic aspects of believing. Its main objective is to extend such a perspective to an understanding of the nature of philosophical systems.

 

MLAG currently has six doctoral students, one post-doc researcher and four 'Bolseiros BII' working in its projects.

 


ESTATUTOS DO MLAG

O MLAG (Mind, Language and Action Group) é uma entidade sem fins lucrativos, que se dedica aos estudos filosóficos da mente, da linguagem e da acção. Rege-se por estes Estatutos e integra-se no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto para prosseguimento das suas actividades.

I. Fins

1. Promover o estudo filosófico da mente, da linguagem e da acção primordialmente na tradição analítica e na intersecção desta com a ciência cognitiva.

2. Promover investigações em história da filosofia contemporânea como apoio ao propósito científico central acima identificado, procurando cruzar as duas tradições maiores da filosofia contemporânea, a filosofia analítica e a fenomenologia.

3. Elaborar, promover e realizar projectos de investigação;

4. Promover a organização de seminários, conferências, colóquios, debates e outras actividades que possam, quer pelo seu carácter de investigação, quer pela sua dimensão didáctica, tornar-se úteis para a Filosofia na FLUP;

5. Promover missões dos seus membros a centros internacionais de reconhecida importância e conferências nacionais e internacionais

6. Promover o relacionamento interdisciplinar e interinstitucional, tentando, pelos meios ao seu alcance, levar o resultado da actividade do MLAG a outras instituições nacionais e estrangeiras, através de convénios e outras iniciativas;

7. Enquadrar as suas actividades nas actividades das sociedades nacional e europeia de filosofia analítica (SPFA e ESAP).

8. Promover o ensino inovador ligado às suas áreas de investigação, apresentando projectos de cursos de 1º, 2º e 3º Ciclos, acções de formação, cursos livres e cursos de verão, quer com os seus próprios membros quer com colaboradores externos, portugueses ou estrangeiros

8. Proporcionar condições de apoio ao nível da investigação para o ensino da lógica, filosofia da mente, filosofia da linguagem, filosofia da acção e história da filosoifa contemporânea para os cursos de diversos ciclos da responsabilidade do Departamento de Filosofia, com especial ênfase no programa doutoral;

9. Difundir as suas actividades e respectivos resultados através de edições autónomas ou patrocinadas;

10. Gerir e fomentar e manter um fundo bibilográfico actualizado nas suas areas de acção em colaboração com a Biblioteca Central da FLUP que possa contribuir para um acréscimo de meios de estudo disponíveis para os docentes e estudantes da FLUP, para além de reunir os trabalhos realizados pelo Gabinete;

11. Celebrar protocolos e colaborar com instituições congéneres, nacionais e estrangeiras, ou que visem fins coincidentes;

12. Procurar e gerir meios e fontes de financiamento, quer junto da FLUP quer em
entidades exteriores.

13. Contratar investigadores para os seus projectos.

II. Meios e funcionamento

1. O MLAG constitui-se no interior do Instituto de Filosofia tendo, como tal, acesso a todos os meios e equipamento neste existentes.

2. O MLAG não tem fins lucrativos, mas apenas académicos, científicos e pedagógicos.

3. As verbas diversificadas, que se conseguirem para o seu funcionamento, serão administradas autonomamente e, preferencialmente, através da FLUP.

III. Órgãos

1. O MLAG é constituído por:

1. 1. Uma Direcção, constituída por um Director e Coordenador Científico e um Director Executivo.
1. 2. Um Conselho Científico constituído pelos investigadores Responsáveis dos grupos que o integram e individualidades convidadas representativas das areas do grupo, sendo convidados a integrá-lo.
1. 3. Um painel de Consultores especialistas, a nível internacional, nas áreas do grupo
1. 4. Membros recrutados entre os mestrandos e doutorandos nas suas áreas de investigação. A pertença à unidade de investigação é ajustada em cada ano em função da actividade exercida.

2. O Director e Coordenador Científico é responsável pela inserção das actividades de investigação do MLAG numa agenda internacional de investigação na área e compromete-se a zelar pelas relações do grupo com as entidades responsáveis pela gestão de investigação a nível naiconal e europeu

3. O Director Executivo é responsável pela recolha de finaciamento para as actividades do grupo, nomeadamente junto de entidades privadas, pelo estudo e aplicação de regulamentação relativa ao mecenato científico a nível nacional e europeu, bem como pela apresentação dos planos de actividades e orçamentos anuais, a apresentar ao IF.

IV. Funcionamento do Gabinete

1. A Direcção define linhas gerais de trabalho comum, efectuando a divisão de tarefas, tendo em conta os interesses dos investigadores.
2. A Direcção é eleita de 3 em 3 anos.

 



MLAG    (overview - english)                                                                     i

 

The Research Group: its origins and its aims
MLAG’s Reearch Projects – an overview
MLAG’s missions, colloquia and conferences
MLAG’s objectives and graduate and undergraduate teaching at FLUP
MLAG’s dissertations and publications

 

Projecto MLAG

 

Sobre nós
Objectivos científicos
Metodologia
Objectivos operacionais
O que pretendemos ser a longo prazo
Endorsements



The Research Group: its origins and its aims

MLAG started out as the analytical philosophy group within GFMC (Gabinete de Filosofia Moderna e Contemporânea, coordinated by Prof. Maria José Cantista), around the research work in philosophy of mind of Prof. Sofia Miguens. The idea of a compared perspective on thought, mind and language coming from both the phenomenological and the anaytical traditions was present since the begginings of GFMC. In fact some of the first publications associated with what came to be MLAG (namely Miguens 2002, Uma Teoria Fisicalista do Conteúdo e da Consciência and Miguens 2004, Racionalidade) as well as the first project on Rationality (RBD1, 2003-2005) took place within the overarching structure of GFMC. The two MLAG researchers who are also members of the academic staff of the Departament of Philosophy (Sofia Miguens and João Alberto Pinto) have been with GFMC since its begginings, both working in philosophy of mind.
The group started having its own official organization, partly independent of that of GFMC, when Porto University Center for Cognitive Science (CCC) was created in 2005 (President: Pavel Brazdil, FEP-UP). In order to prepare for the process of collaboration of a group of philosophers within a cognitive science research organization MLAG’s PI attended European Science Foundation preparatory meetings of EUROCORES Programme (Copenhagen 2004, Brussels 2005), as FCT representative, visited the University of Rutgers Center for Cognitive Science (2003), attended Hang Seng Center for Cognitive Center meetings in London, invited by Prof Stephen Stich, and took the necessary measures to connect the group with the national and european analytical philsophy organizations, SPFA and ESAP (this involved the organization in Porto of ENFA2 in 2004 and the collaboration in the organization in Lisboa of ECAP5 in 2005).
Several protocols were signed to support this organization: (i) a protocol between the University of Porto and the University of Rutgers for the areas to philosophy of cognitive (this followed from the presence of two of the directors of RUCCS in Porto at the launching of Porto University CCC in 2005), (ii) protocols with the analytic philosophy groups of Universidade de Lisboa and Universidade Nova de Lisboa, led by Professors João Branquinho and João Sàágua (IFL researchers were present at the launching of Porto University Center for Cognitive Science, as well as members of Departamento de Logica e Filosofia Moral da Universidade de Santiago de Compostela (this department has been and still is our closest collaborator – we are in constant contact with each others projects, there has been joint graduate teaching since 2004). In fact they were instrumental in launching our research project and we are extremely thankful for their constant help and for their sharing of their solid research experience – particularly to Prof. Juan Vazquez. The current organization of MLAG followed from this preparatory work.
Since it expresses some of the main objectives of the Mind, Language and Action Group - MLAG, we quote from the cover of one of our last books (Miguens & Mauro 2007, Perspectives on Rationality, Porto, Faculdade de Letras da Universidade do Porto): 

«MLAG is an innovative research group within academic philosophy in Portugal. Its members work in areas of philosophy related to cognitive science, areas in which philosophical work can be of great interest to people outside philosophy, such as philosophy of mind, philosophy of language and philosophy of action. I am very happy to have helped start their work, sharing with the people from the University of Porto the way we do things in Rutgers - judging by the results, it proved to be more than inspiring.» 
Ernest Lepore, Professor, Department of Philosophy, Rutgers University, Director, RUCCS (Rutgers University Center for Cognitive Science).
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MLAG’s Reearch Projects – an overview

It is the group’s policy to keep a network of consultants and collaborators whom we believe are doing relevant work on the topics of our research agenda. This means a connection with cognitive science, as referred above, but this is not our sole interest when it comes to contemporary analytical philosophy. It is also very important for us to keep in touch with the 'mother' strucutre GFMC research agenda, as explained in GFMC’s objectives, and this exceeds (or even criticizes) cognitive science and its philosophy. Up to the present, MLAG has undertaken several research projects. The group’s policy is to continuously submit applications to different institutions for new Projects and research grants for its current and prospective members. Some of the ongoing MLAG projects for 2007-2010, either funded by FCT or not are:
1. RBD1 Rationality, Belief, Desire – motivation to action from the viewpoint of the theory of mind (2003-2005)
2. RBD2 Rationality, Belief, Desire II – from cognitive science to philosophy (POCI/FIL/55555/2004) (2005-2007)
3. PCS Preparatory Meetings of Porto University Center for Cognitive Center (2003-2005) 
4. CPR Conversations on Practical Rationality – a book of interviews (2007-2010), funded by Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
5. HAR Human Action and Rationality - theoretical and applied investigations (FP7 application)
6. Convergences (2007-2010)
7. Filosofia da Mente – uma antologia (translation project)
8. JAMES – Electronic Journal of Philosophy of Action, Moral philosophy, Ethics and Economics

Projects in collaboration with other universities: (1) Conceptual Change in Science – form ontosemantic to cognitivist approaches (2003-2006, BFF2003-01962), in collaboration with Universidade de Santiago de Compostela; (2) Justification of Knowledge in formal and empirical sciences (HUM2006-04955/FISO), in collaboration with Universidade de Santiago de Compostela; (3) Causal and Conceptual Aspects of Action (2008-2010), in collaboration with the University of Granada; (4) Semantics, social sciences and the theory of social systems, in collaboration with the Project Protosociology (coordinated by Gerhard Preyer - University of Frankfurt); (5) Mind, Action and Ethics – Porto-Rio de Janeiro Research Protocol.

[Further information about each of these projects is available (namely abstracts and reports to funding institutions and to GFMC’s coordinator, Prof. M. J. Cantista.]
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MLAG’s missions, colloquia and conferences

Members of the group have had missions (presenting papers, visiting centers, attending workshops, etc.) to the following universities: United States – Universities of New York, Rutgers, Chicago, Georgetown (Washington), Johns Hopkins (Baltimore), UCLA (Los Angeles), many of these were funded by FLAD – they have been sponsoring us form the beggining; Europe – Santiago de Compostela, Barcelona, Granada, Paris (Sorbonne), Amiens, Dusseldorf, London, Cambridge, Kent, Dublin, Jyvaskyla, Helsinki, Copenhagen, Brussels; Brasil – Salvador da Bahia (UFBA). 
Main colloquia and conferences organized: ENFA2 (2004), ECAP 2005, CMLAG 1 (2006), CMLAG (2008).
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MLAG’s dissertations and publications

One very important goal of the group is to bring together graduate students doing their dissertations (Masters or PhD) at FLUP to work on issues connected with the groups’ Projects. Some MLAG PhD dissertations at FLUP: J. A. Pinto, G. Boole and the origins of modern logic (finished in 2007); C. E. E. Mauro, Rationality of action – from philosophy to economics (to be finished in 2008); Miguel Amen, Acting in a hostile world (to be finished in 2009); S. Cadilha's, Ethics Naturalized (to be finished in 2010). In 2007 two new application plans are being prepared and discussed in group's seminars and in meetings with the group’s PI: Manuela Teles (Thought and World – on the origins of phenomenology and analytical philosophy) and Rui Cunha e Silva (Persons and Actionsagainst the absolute concept of person). These PhD dissertation plans are connected, respectively, with the new Research Projects 'Convergences' and 'Conversations on Practical Rationality'. 
We believe our main most recent publications to be Miguens, Pinto & Mauro, Análises/Analyses; Miguens & Mauro, 2006, Perspectives on Rationlaity; and, soon to be published, Miguens, Será que a minha mente está dentro da minha cabela? Da ciência cognitiva à filosofia and Miguens, Pinto, Amen & Dias, Filosofia da Mente – uma antologia.
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MLAG’s objectives and graduate and undergraduate teaching at FLUP

Teaching is very important for the recruiting purposes of the group – and MLAG as been actively involved with the teaching of the basic areas of Philosophy in which its activity is based. Undergraduate logics, epistemology and philosophy of language have since 1996 been continuously taught at FLUP by Sofia Miguens and João Alberto Pinto, there has been MLAG teaching at Master level since 2004/2005 (Philosophy of Mind Seminar) and a Convergences-related doctoral seminar at FLUP was set up for 2008/2009. A doctoral seminar on RBD2 issues has been taught in the last three years by Sofia Miguens as a part of the Curso de Doctorado of Universidad de Santiago de Compostela. New Department of Philosophy sponsored 'cursos livres' by MLAG members (Carlos E. E. Mauro and Miguel Amen) were prepared for 2008/2009: 1. Free Will; 2. Philosophy of Action; 3. Philosophy of Economics.
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Sobre nós

O que é o MLAG

O MLAG (Mind, Language and Action Group) é um grupo de investigação do Gabinete de Filosofia Moderna e Contemporânea (GFMC) do Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), dirigido pela Prof. Sofia Miguens (Vice-Coordenador: Carlos E. E. Mauro). A sua criação, em 2005, surgiu da necessidade de organizar uma estrutura formal que pudesse abarcar e servir de solo comum a pessoas que trabalham na área da filosofia analítica contemporânea, com especial ênfase para as áreas da filosofia da mente, filosofia da acção e filosofia da linguagem

Anteriormente a 2005 (mais exacamente desde 1996) a investigação nas áreas actualmente cobertas pelo MLAG tinha lugar no interior do GFMC (cf. por exemplo S. MIGUENS 2002, Uma Teoria Fisicalista do Conteúdo e da Consciência; S. MIGUENS 2004, Racionalidade). No entanto, a criação do Centro de Ciência Cognitiva da Universidade do Porto, o contacto com a agenda de investigação para a filosofia e a ciência cognitiva do Programa EUROCORES da European Science Foundation bem como a necessidade de articulação com a SPFA (Sociedade Portuguesa de Filosofia Analítica) e e ESAP (European Society of Analytical Philosophy) representaram um desafio no sentido de uma concretização formal do grupo.

Assumindo a inspiração analítica, o MLAG não adopta, no entanto, uma visão segregacionista da filosofia e não rejeita a colaboração com outros grupos e/ou investigadores mais afastados da tradição filosófica anglo-saxónica.

Entre os membros do MLAG contam-se docentes do Departamento de Filosofia da FLUP e alunos de doutoramento, de mestrado e de licenciatura. O ensino nas áreas da Lógica, Epistemologia, Filosofia da Linguagem e Filosofia da Mente tem sido assegurado, no Departamento de Filosofia da FLUP, por membros do MLAG, nomeadamente pela Prof. Sofia Miguens e pelo Prof. João Alberto Pinto.

As linhas de investigação do MLAG são bastante diversas – as áreas genéricas de investigação são a filosofia da mente, a lógica, a filosofia da linguagem, a filosofia da acção, a filosofia da matemática, a filosofia da economia e a história da filosofia analítica. Os tópicos específicos de investigação abrangem temas tão distintos como a natureza da intencionalidade, teorias da consciência, identidade pessoal, livre arbítrio, teorias da racionalidade, possibilidade da irracionalidade prática, a naturalização da ética, etc. Entre os autores de que as investigações dos membros do MLAG se ocupam estão, por exemplo, F. Brentano, G. Boole, G. Frege, L. Wittgenstein, D. Davidson, J. Kim, J. McDowell, J. Broome e J. Elster, entre outros.

Algumas actividades estruturantes
RBD1 (2003-2005)
RBD2 (2005-2008)
PCS ((2003-2005)
ENFA2 (2004)
ECAP5 (2005 - participação na organização)
CMLAG1 (2006)
CMLAG 2 (2007 - realizado em Jan. 2008)
Conversations on Practical Rationality (2007-2010)
Convergences (2007-2010) 
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Objectivos científicos

O principal objectivo do MLAG é servir de plataforma comum a projectos de investigação que tenham como denominador comum a filosofia da mente, da acção e da linguagem, e servir de espaço de discussão e de formação onde jovens investigadores possam progredir apresentando os seus trabalhos e testando as suas intuições. A longo prazo, espera-se que o MLAG se torne um centro de investigação de referência nas áreas indicadas, com ramificações para outros domínios e colaboração com outras unidades de investigação. Como objectivo científico final, o nosso propósito é produzir teorias filosóficas com impacto no domínio teórico-abstracto ou prático. O MLAG tem por missão, sempre que possível, mostrar e divulgar as possíveis aplicações práticas dos desenvolvimentos filosóficos alcançados.
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Metodologia

No que à metodologia diz respeito, é importante diferenciar entre a metodologia (técnica) aplicada à investigação e aquela que aplicamos à gestão do trabalho científico, no sentido de tornar as actividades do grupo mais sistemáticas, dinâmicas e produtivas. 

A metodologia aplicada à investigação, que corresponde, de modo geral, ao que se faz na investigação filosófica, consiste na leitura e na análise da literatura científica recente e pertinente, na discussão periódica de resultados preliminares das investigações individuais, na redacção e publicação de artigos em revistas e na participação em congressos nacionais e internacionais.

Acreditamos que o trabalho do filósofo académico é materializado, debatido e divulgado através dos textos e das comunicações científicas. Nesse sentido, apostamos nesses pilares: texto e debate.

No entanto, o MLAG tem-se aproximado de técnicas de investigação que podem ser auxiliares e que podem levar o filósofo a testar empiricamente certas intuições para produzir insights mais sofisticados e com uma maior riqueza conceptual. Nomeadamente, alguns membros do grupo têm uma inclinação positiva para a filosofia experimental. Não vemos, em princípio, nada de desabonador em fazer um trabalho tradicional (apriorista) em filosofia e, ao mesmo tempo, testar certas intuições empiricamente. É importante ressaltar, no entanto, que o MLAG é um grupo de investigação em filosofia e que, portanto, os métodos experimentais serão utilizados apenas de forma auxiliar.

Quanto ao método aplicado à gestão do trabalho científico, o MLAG procura equilibrar as actividades individuais e do grupo de tal maneira que essa passagem seja natural e produtiva. Todos sabemos que um grupo de investigação depende da participação dos seus membros, mas sabemos também que os indivíduos não devem ser sufocados pelo grupo. Essa é uma equação difícil de se resolver. Nesse sentido, optamos por um modelo que privilegia a participação nos debates, ao mesmo tempo que propõe sistematicamente ao debate temas e trabalhos ligados aos vários membros do grupo. Temos actividades periódicas que têm como objectivo produzir a cultura do debate e da sistematização das ideias filosóficas individuais, para que estas possam ser expostas de maneira clara mas sem prejudicar o seu grau de complexidade. (saber mais em ACTIVIDADES)
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Objectivos operacionais

(A) Os objectivos operacionais, a serem conseguidos a partir de 2012, são os seguintes.
Equipa:
7 investigadores (“research fellows”) a tempo integral (doutores)
3 investigadores (“researchers”) em tempo parcial (doutorandos)
3 assistentes de investigação (“research assistents”) em tempo parcial (mestrandos)
3 assistentes de iniciação científica (“research assistents jr”) em tempo parcial (licenciatura)
2 investigadores visitantes em tempo integral (doutores e/ou doutorandos)
1 secretária
1 assistente administrativo


Produção científica:
Artigos:
24 artigos publicados em revistas internacionais de classe A (mín. 70%) e/ou B (30%)
sendo:
21 artigos publicados pelos research fellows (3 cada)
3 publicados pelos researchers (1 cada)
13 artigos publicados na colecção MLAG Discussion Papers
sendo:
7 artigos publicados pelos research fellows (3 cada)
3 publicados pelos researchers (1 cada)
3 publicados pelos research assistents (1 cada)


Comunicações:
17 comunicações em congressos internacionais de classe A (70%) e/ou B (30%)
sendo:
14 comunicações realizadas pelos research fellows (2 cada)
3 comunicações realizadas pelos researchers (1 cada)
13 comunicações no C-MLAG (Colóquio MLAG – anual)
sendo:
7 comunicações realizadas pelos research fellows (2 cada)
3 comunicações realizadas pelos researchers (1 cada)
3 comunicações realizadas pelos researchers assistents (1 cada)

Teses e Dissertações: 
2 teses de doutoramento defendidas por ano
2 dissertações de mestrado defendidas por ano


Livros:
5 por ano (incluindo a publicação de dissertações e um volume dos MLAG Discussion Papers)


Língua de trabalho:
Espera-se que 70% das publicações sejam em língua inglesa. Mas esperamos igualmente conseguir reunir esforços para que tudo seja publicado também em língua portuguesa. Utilizaremos primordialmente o inglês por razões óbvias ligadas à comunidade científica; no entanto, para fomentar o debate e a produção científica nos países de língua portuguesa, tentaremos realizar tais esforços para que a produção seja bilingue.


Espaço Físico:
Pretendemos ter um espaço próprio, com biblioteca, gabinetes de investigação, secretariado e sala para conferências.

Materiais:
Um computador para cada pessoa do MLAG (20 pessoas).
Biblioteca com as principais publicações de cada linha de investigação.
Equipamento multimédia para conferências.
Móveis de trabalho para os gabinetes individuais e colectivos.

(B) Os objectivos operacionais, a serem conseguidos entre 2008 e 2011, são os seguintes: (os valores aqui colocados deverão ser diferentes do que será de facto realizado anualmente, pois referem-se à média anual estimada)

Equipa:
3 investigadores (“research fellows”) a tempo integral (doutores)
3 investigadores (“researchers”) em tempo parcial (doutorandos)
2 assistentes de investigação (“research assistents”) em tempo parcial (mestrandos)
1 assistente de iniciação científica (“research assistents jr”) em tempo parcial (licenciatura)
1 investigador visitante em tempo integral (doutores e/ou doutorandos)
1 secretária (a partir de 2010)
1 assistente administrativo (a partir de 2010)

Produção científica:
Artigos:
3 artigos publicados em revistas internacionais de classe A (mín. 70%) e/ou B (30%)
8 artigos publicados na colecção MLAG Discussion Papers


Comunicações:
6 comunicações em congressos internacionais de classe A (mín. 70%) e/ou B (30%)
8 comunicações no C-MLAG (Colóquio MLAG – anual)


Teses e Dissertações:
2 teses de doutoramento defendidas por ano
2 dissertações de mestrado defendidas por ano 

Livros:
3 por ano (incluindo as teses e os MLAG Discussion Papers)


Língua de trabalho:
Espera-se que 40% das publicações sejam em língua inglesa, mas esperamos conseguir, em todos os casos, publicar também em língua portuguesa. 


Espaço Físico:
Conseguir aproximarmo-nos o máximo possível do objectivo acima colocado para 2012.
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O que pretendemos ser a longo prazo

Pretendemos tornar-nos uma referência internacional na investigação filosófica nas áreas acima indicadas.

Os nossos esforços são no sentido da internacionalização, ao mesmo tempo que nos dedicamos ao reforço da nossa posição no espaço de língua portuguesa.

Pretendemos ser um pólo europeu de atracção de investigadores de todo o mundo, com o objectivo de formar investigadores nas áreas acima referidas.
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Endorsements

«MLAG is an innovative research group within academic philosophy in Portugal. Its members work in areas of philosophy related to cognitive science, areas in which philosophical work can be of great interest to people outside philosophy, such as philosophy of mind, philosophy of language and philosophy of action. I am very happy to have helped start their work, sharing with people from the University of Porto the way we do things in Rutgers - judging by the results, it proved to be more than Inspiring.»

«O MLAG é um grupo de investigação inovador no seio da filosofia académica em Portugal. Os membros do grupo trabalham em áreas da filosofia relacionadas com a ciência cognitiva, áreas nas quais o trabalho filosófico pode ser de grande interesse para pessoas fora da filosofia, tais como a filosofia da mente, a filosofia da linguagem e a filosofia da acção. Sinto-me muito feliz por ter ajudado o grupo a começar, partilhando com as pessoas da Universidade do Porto a forma como fazemos as coisas em Rutgers - avaliando pelos resultados, a partilha foi mais do que inspiradora.»

Ernest Lepore
Professor, Rutgers University, Philosophy Department
Director, Rutgers Center for Cognitive Science


Página actualizada a 04-09-2009 @ 15:18

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